Futuro da economia · Eleições 2026

Mais quatro anos de Lula ou o caminho de Milei?

Flávio Bolsonaro assumiu a Argentina de Milei como referência. Lula aponta para o próprio governo. O que vai acontecer com a economia, e com o seu bolso, em cada um?

2º turno · 25/10

Em 30 segundos

Lula

A referência: o próprio governo, Brasil de 2023 a 2026.

  • +10% do mínimo
  • 32% → 23%pobreza, 2022 a 2024
  • 72% → 83%, em % do

Renda protegida, contas públicas pressionadas. Lula promete manter o mínimo acima da e o , sem meta para a dívida. Terá a oposição como maior bancada do Congresso.

De onde sai o dinheiro: do para quem recebe mais de R$ 600 mil por ano e de impostos sobre exclusivos e empresas no exterior. Se gastar mais do que arrecada, o governo pode precisar se endividar.

Flávio Bolsonaro

A referência: a Argentina de Milei, aliado que ele chama de “meu amigo”.

  • −39%poder de compra do mínimo
  • 42% → 53% → 32%pobreza, 2023 a 2026
  • +1,4% do PIBsuperávit das contas públicas em 2025

Contas fechadas, inflação caindo, renda para trás. Flávio promete “” e corte de impostos; diz que não cortará aposentadorias, mas a campanha mostrou a empresários um plano que limita os reajustes à inflação. Terá a maior bancada do Congresso.

De onde sai o dinheiro: em público, de “privilégios”, cargos e corrupção; no plano mostrado a empresários, de aposentadorias, e dos . Impostos caem para todos, inclusive para quem ganha mais.

Para Flávio, a referência é a experiência argentina que sua campanha citou; para Lula, é o próprio governo. A comparação ajuda a discutir caminhos possíveis. Os períodos e as medidas de cada indicador aparecem nos gráficos; não são uma previsão do que acontecerá no Brasil.

Os números, lado a lado

Seis dimensões da economia no Brasil de Lula e na Argentina de Milei. Os gráficos informam o período e a medida usados. As barras de cada par mantêm a mesma escala para facilitar a leitura; onde as medidas diferem, explicamos a diferença.

Brasil: preços subiram 13,1%

de dezembro de 2023 a julho de 2026.

+13,1%

Como ler

Inflação entre 4,3% e 4,8% ao ano, perto do da meta (4,5%). Em 2024 e em 12 meses até setembro de 2026 ficou acima dele.

IBGE: 2024, 2025 e 2026; composição do site. Série mensal do IPCA (BCB/IBGE).

Argentina: preços subiram 241%

IPC de dezembro de 2023 a julho de 2026.

+241%

Como ler

O primeiro mês de Milei teve 25,5% de inflação; agosto de 2026 teve 1,7%. Os preços sobem bem mais devagar, mas não voltam ao nível anterior.

IIEP–UBA–Conicet (IPC com estimativa para julho); INDEC, dez/2023; INDEC, ago/2026.

Brasil: o mínimo compra 10% a mais

. Maio de 2023 = 100.

mai 2023R$ 1.320
100
jan 2026R$ 1.621
110
Como ler

Regra de 2023: inflação mais o crescimento do , com teto de 2,5% ao ano desde 2025. É o piso legal, não a média dos salários.

Dieese · cálculo do site.

Argentina: o mínimo compra 39% a menos

Salário mínimo descontada a inflação. Novembro de 2023 = 100.

nov 2023início do governo
100
abr 2026
60,7
Como ler

A perda vem do início do governo, quando os preços dispararam e o piso não acompanhou. Reajustes posteriores não repuseram a perda.

IIEP–EDIL, maio de 2026, p. 13.

Brasil: pobreza caiu dois anos seguidos

Pessoas abaixo da ( 6,85 por dia), por ano.

2022último ano do governo Jair
31,6%
2023
27,3%
2024menor desde 2012
23,1%
Como ler

17,6 milhões de pessoas a menos abaixo da linha. O IBGE atribui a queda à ocupação e aos benefícios. O dado de 2025 sai em dezembro de 2026.

IBGE: SIS 2024 e SIS 2025.

Argentina: pobreza subiu, caiu e voltou a subir

Pessoas abaixo da linha de pobreza, 31 aglomerados urbanos, por semestre.

2º sem 2023início do governo
41,7%
1º sem 2024pico
52,9%
1º sem 2026
32,3%
Como ler

Explodiu no primeiro semestre de Milei, caiu até 28,2% no fim de 2025 e voltou a subir em 2026. Ainda está 9,4 pontos abaixo do início.

INDEC: 2024, 2º sem 2025 e 1º sem 2026.

Brasil: a luz ficou 30,5% mais cara.

De janeiro de 2023 a setembro de 2026, pelo IPCA. Aqui, cada serviço aparece separado; na Argentina, estão somados.

Energia elétrica
+30,5%
Água e esgoto
+27,1%
Inflação (IPCA)
+18,9%
Como ler

Luz e água subiram acima da inflação; ônibus (+11,9%) e gás (+5,6%), abaixo. É variação de preços no IPCA, não a tarifa de uma cidade.

IBGE, SIDRA 7060; composição do site.

Argentina: o gasto com luz, gás, água e transporte subiu 966% no exemplo da Grande Buenos Aires.

De dezembro de 2023 a julho de 2026.

Cesta de serviços (AMBA)
+966%
Inflação (IPC)
+241%
Como ler

Com a redução dos subsídios (a ajuda do governo) e a alta das tarifas, as contas pesaram mais. No exemplo da Grande Buenos Aires, um gasto de 100 pesos passou a 1.066.

IIEP–UBA–Conicet, julho de 2026.

Brasil: déficit, e dívida subindo

Contas do setor público em 12 meses até agosto de 2026, em % do PIB (Banco Central).

Antes dos juros (primário)meta de 2025 cumprida só com abatimentos
−0,6%
Depois dos juros (nominal)juros custam 8,9% do PIB ao ano
−9,5%
Como ler

Nos 12 meses até agosto de 2026, o setor público gastou mais do que arrecadou: o déficit foi de 0,6% do PIB antes dos juros e de 9,5% depois deles. A chegou a 82,9% do PIB. O crescimento da economia ajuda a reduzir o peso da dívida, mas também contam os juros, o resultado das contas públicas e outros ajustes.

BCB, agosto de 2026 · Tesouro, 2025.

Argentina: superávit, com corte de gastos

Contas do setor público nacional em 2025, em % do PIB (Ministério da Economia).

Antes dos juros (primário)
+1,4%
Depois dos juros (financeiro)
+0,2%
Como ler

As contas fecharam com corte de 27% no gasto real em 2024. O saldo fiscal mede o Estado; a renda das famílias aparece nos outros gráficos e nas manchetes.

Ministério da Economia argentino, 16/01/2026 · La Nación.

Brasil: a economia cresceu três anos seguidos

Variação do PIB por ano (IBGE).

2023
+3,2%
2024
+3,4%
2025
+2,3%
Como ler

A economia cresceu e o desemprego caiu ao menor nível da série. Mesmo assim, a dívida passou a pesar mais em relação ao tamanho da economia. É como receber um aumento, mas ver a dívida crescer mais depressa que a renda.

O salário subiu. Por que a dívida pesa mais?

Exemplo inventado para entender a comparação.

Antes

Renda por mês R$ 1.000

Dívida total R$ 500

A dívida vale 50% da renda de um mês.

Depois do aumento

Renda por mês R$ 1.100

Dívida total R$ 660

A dívida vale 60% da renda de um mês.

A renda subiu 10%, mas a dívida subiu 32%. Por isso, a dívida ficou mais pesada.

No gráfico do país, comparamos a dívida com o PIB, que mede o tamanho da economia. Se a dívida cresce mais depressa, ela passa a pesar mais.

O que este exemplo mostra

As barras comparam a dívida total com a renda de um mês. Não mostram uma parcela mensal nem quanto foi pago. Os valores são fictícios; a analogia serve para entender a proporção, sem tratar as contas de um país como iguais às de uma família.

IBGE, via Poder360 · desemprego.

Argentina: recessão em 2024, recuperação em 2025

Variação do PIB por ano (Indec).

2024primeiro ano de Milei
−1,7%
2025
+4,4%
Como ler

O ajuste derrubou a economia no primeiro ano (indústria, construção e comércio) e ela se recuperou no segundo, puxada por consumo e investimento. Em 2026 a atividade voltou a cair e a pobreza voltou a subir.

Indec, via Poder360 · Indec, via Infobae · Agência Brasil.

No seu bolso

Esta conta usa as mudanças no do : mais 10% no Brasil e menos 39,3% na Argentina, nos períodos mostrados. Digite um valor para comparar. É um exemplo, não uma previsão do seu salário.

Como foi no Brasil

R$ 1.783,10

Renda × 1,10. Ganho real do mínimo de maio de 2023 a janeiro de 2026.

Como foi na Argentina

R$ 983,95

Renda × 0,607. Perda real do mínimo de novembro de 2023 a abril de 2026.

R$ 1.621 é o mínimo brasileiro de 2026. Exercício matemático com o piso legal; não calcula salário futuro nem câmbio.

De onde sai o dinheiro em cada caminho

Os dois prometem fechar a conta. O que está documentado sobre quem paga.

Lula
  • Já em vigor · Lei 15.270, 26/11/2025. Quem ganha até R$ 5 mil por mês ficou isento do IR. Para ajudar a pagar essa mudança, a lei cobra um de quem recebe mais de R$ 600 mil por ano.

    A porcentagem sobe aos poucos e chega a 10% a partir de R$ 1,2 milhão por ano. O imposto já pago entra nessa conta.

    são a parte do lucro paga aos . Quem mora no Brasil e recebe mais de R$ 50 mil em dividendos no mês de uma mesma empresa tem 10% descontados do valor total. Esse desconto é levado em conta na declaração anual.

  • “Colocar o pobre no orçamento e o rico no Imposto de Renda”: manter a isenção compensada por , exclusivos e offshores. Estado de Minas
  • Dieese, Oxfam, Inesc e outras pediram à campanha o ; o coordenador do programa disse que analisaria. Não está no programa. Reportagem
  • O outro lado da conta: o governo continua gastando mais do que arrecada, e os juros pesam nessa conta. Esse desequilíbrio pode alimentar a . Quando a comida fica mais cara, quem ganha menos sente mais.
Flávio Bolsonaro
  • “” em gastos, impostos e cargos; “não farei economia com aposentados”; dinheiro viria de “privilégios”, e “combate à corrupção”. Checagem · Folha
  • Reduzir o IVA da reforma e os tributos sobre consumo; reverter impostos criados ou elevados por Haddad; IOF no patamar de 2022; fim do imposto de exportação de petróleo. Corte de impostos vale para todos, inclusive para quem ganha mais. Band · Folha
  • Ajuste de 2% do com aposentadorias e só pela inflação e fim dos . Reportagem
  • O outro lado da conta Na Argentina, o caminho que ele assumiu como referência fechou as contas cortando 27% do gasto real, com o mínimo 39% menor e aposentados sem remédio.
Como ler

Nenhum dos dois diz que o pobre vai pagar. A diferença está no que já foi feito e no que foi mostrado a quem decide: Lula aprovou um imposto sobre quem ganha mais de R$ 1,2 milhão e deixou a dívida crescer; a campanha de Flávio apresentou a empresários um corte em aposentadorias, BPC e saúde, e promete baixar impostos para todos.

A dívida do Brasil é a pior do mundo?

A proporção entre dívida e não é a maior do mundo. Isso, sozinho, não mede o risco: o , o crescimento da economia e as contas públicas também importam. Os quatro gráficos mostram dimensões diferentes da questão.

Vários países ricos têm dívida maior

do governo em % do PIB. Estimativas para 2025, WEO de outubro de 2025.

Japão
230%
Itália
137%
Estados Unidos
125%
França
117%
Reino Unido
103%
Espanha
100%
Alemanha
64%
Como ler

Quanto maior a barra, maior a dívida em relação ao tamanho da economia. Japão, Itália e Estados Unidos devem mais do que produzem em um ano.

FMI, World Economic Outlook, outubro de 2025, via Visual Capitalist. Valores arredondados; não misturados com a atualização europeia do Eurostat de abril de 2026.

Brasil entre os maiores deste recorte

Países selecionados; mesma medida e escala do gráfico anterior. Estimativas para 2025 (FMI).

China
96%
Brasildívida bruta pelo método do FMI
91%
Índia
81%
Argentina
79%
África do Sul
77%
México
59%
Chile
43%
Como ler

O FMI estimava 91% para 2025 na edição de outubro daquele ano; o Banco Central registra 82,9% em agosto de 2026. São períodos e métodos diferentes, portanto a diferença não pode ser atribuída só ao método. O FMI inclui títulos do Tesouro na do Banco Central. As barras usam a mesma edição do FMI para todos os países; este recorte não é um ranking de todos os emergentes.

FMI, World Economic Outlook, outubro de 2025; BCB, agosto de 2026.

O custo dos juros também pesa

Juros em % do PIB: períodos e abrangências diferentes, indicados abaixo.

Brasilsetor público consolidado · 12 meses até ago/2026
8,9%
Itália2025
3,9%
Estados Unidosgoverno federal · juros líquidos · ano fiscal 2025
3,2%
Japãoconta geral · orçamento de 2026
1,9%
Como ler

As barras ilustram ordens de grandeza, não um ranking homogêneo. Brasil: juros nominais do setor público consolidado, apropriados por competência, incluindo swaps cambiais. Itália: despesa de juros do governo geral. EUA: juros líquidos do governo federal. Japão: juros e encargos da conta geral no orçamento de 2026, divididos pelo PIB projetado. O número brasileiro não é apenas desembolso de caixa nem resulta só da .

Brasil: BCB, agosto de 2026. Itália: Istat, contas de 2025. Estados Unidos: CBO, ano fiscal de 2025. Japão: Ministério das Finanças, orçamento de 2026, juros de ¥13,1 trilhões sobre PIB de ¥691,9 trilhões.

Nos dois governos

Dívida bruta do governo geral em % do PIB (Banco Central, série atual).

dez 2018antes da posse de Jair
75,3%
out 2020pico, pandemia · governo Jair
87,7%
dez 2022último mês do governo Jair
71,7%
dez 2025governo Lula
78,6%
ago 2026governo Lula
82,9%
Como ler

O pico foi em outubro de 2020, na pandemia, no governo Jair: 87,7%. Caiu até 2022 com a alta, que aumenta o PIB em reais, e com extraordinárias; voltou a subir no governo Lula, de 71,7% para 82,9%. O gráfico mostra o tamanho da dívida, não seu custo nem sua sustentabilidade.

BCB, série SGS 13762, recorte preservado do Ajuste 34; BCB, agosto de 2026.

Nossa leitura

A comparação de tamanhos não resolve a discussão sobre sustentabilidade. Neste recorte, o Brasil tem dívida menor que a de vários países ricos e maior que a de cinco dos seis emergentes selecionados. Os indicadores de juros mostram um custo elevado, mas usam períodos e abrangências diferentes. Avaliar a trajetória exige olhar também para receitas e despesas, crescimento, inflação, prazos e taxas de financiamento. Comparar apenas o tamanho da dívida ou apenas a Selic deixa parte da questão de fora.

O que o ajuste fez com quem ganha menos na Argentina

Perder 39% do não é um número: é o que deixou de pagar a comida do mês. As manchetes abaixo, de jornais argentinos e brasileiros, registram quem pagou primeiro. Os ganhos também estão registrados: superávit em 2024 e de 289% para 33,5% ao ano.

Quem está por trás de cada futuro

Toque em um nome para ver o vínculo e a fonte. Borda tracejada: relação reportada pela imprensa, não confirmada.

Condições para qualquer futuro
Lula
Flávio Bolsonaro

Estar no mapa não quer dizer que a pessoa terá cargo. Pessoa: borda verde-escura · Instituição: borda cinza · Reportado: tracejado.

O que cada um promete, em público e para investidores

Falas do candidato ou de quem fala por ele, com data, e o que a imprensa apurou sobre o que foi mostrado a empresários e investidores.

Lula

Em público

  • “À medida que você começa a crescer a economia, a dívida começa a cair.” Sem meta para dívida ou superávit. Checagem
  • “Continuar a aumentar o acima da .” E: independente “não resolve”; não propôs mudar a lei. Reportagem
  • “Quando a economia cresça 2% ou 3%, você pegue esse crescimento do e reparta para os trabalhadores.” Agência Brasil

Para empresários e investidores

Não há registro de proposta apresentada a investidores. Em público, não apresentou meta para reduzir a dívida nem para fechar as contas no azul: “um fiscal mais organizado”, sem números (Poder360, 14/09/2026).

Flávio Bolsonaro

Em público

  • “Não farei economia com aposentados.” E “vou fazer nos impostos”, “nos cargos comissionados”. Checagem
  • “Com maioria no Senado, com maioria na Câmara, pra gente mudar a Constituição.” Não disse o que mudaria. Reportagem
  • “Aposentado, fique tranquilo, não caia nessa fake news do PT dizendo que eu vou acabar com o reajuste da aposentadoria.” Folha

Para empresários e investidores

  • Segundo a Folha, interlocutores da campanha apresentaram a empresários uma “” com ajuste de 2% do PIB (cerca de R$ 250 bilhões): “a dos reajustes da Previdência Social e do em relação aos ganhos reais do salário mínimo” e “o fim dos ” de saúde e educação; o reajuste das aposentadorias “poderia ficar limitado estritamente ao reajuste da inflação”. Reportagem
  • Programa levado à Faria Lima: meta de R$ 190–200 de ajuste com só R$ 70–85 bi quantificados; um economista sugere limitar o ganho do mínimo a 0,5% ao ano. RR
  • “Quem vai fazer esse detalhamento vai ser o Congresso.” Folha/Poder360

A assessoria de Flávio respondeu que conversas informais “não são posição oficial” e que a orientação econômica está no plano de governo (IstoÉ Dinheiro). O plano não fala em aposentadorias, pisos ou .

Como ler

Flávio diz que não fará economia com aposentados. Segundo a Folha, pessoas da campanha apresentaram a empresários reajustes só pela inflação. O valor subiria junto com os preços, mas quem hoje acompanha o mínimo perderia o aumento além da inflação. A campanha diz que essa não é sua proposta oficial. Falta esclarecer qual regra adotaria. O eleitor costuma ter menos poder de cobrança que empresários.

Os dois caminhos, mês a mês

Milei assumiu em dezembro de 2023, no primeiro ano de Lula. As duas trajetórias correm quase juntas.

Brasil de LulaQuandoArgentina de Milei

2023

28–30 ago 2023
12–20 dez 2023
20 dez 2023
dez 2023
ano de 2023

2024

mar–jun 2024
1º sem 2024
nov–dez 2024
ano de 2024

2025

Brasil de Lula

Selic a 15%, maior desde 2006.

18 jun 2025
26 nov 2025
ano de 2025

2026

jan 2026
até abr 2026
1º sem 2026
25 jul 2026

Brasil de Lula

LC 235: gatilhos travam despesas vinculadas; corte estimado de R$ 8,6–16,6 bi em saúde e educação em 2027.

27 ago 2026
jul–ago 2026
ago–set 2026
4 out 2026

Quem pode segurar cada um

Lado a lado não quer dizer igual. Os freios que um presidente encontra dependem do Congresso eleito em 04/10/2026, e ele não é o mesmo para os dois.

Sobre Lula

  • Terá a oposição como maior bancada nas duas Casas: o PL sozinho tem mais de um terço do Senado e pode barrar qualquer votação de dois terços; o governo já prevê dificuldade para aprovar a da 6x1 (CNN, 05/10/2026). Qualquer revisão de gastos passa por negociação voto a voto.
  • O Banco Central é autônomo por lei; o mandato de seu atual presidente vai até 2028. Lula critica, mas não propôs mudar a lei. Dívida e juros continuam pressionando as decisões econômicas.

Sobre Flávio

  • Terá a maior bancada da Câmara desde 1986 (121 deputados) e a maior do Senado (28 senadores); União-PP, Republicanos, Podemos e Novo declararam apoio no 2º turno (Lira, 07/10 · Valdemar, 04/10). Ele mesmo disse que usará as maiorias “pra gente mudar a Constituição” (06/10/2026).
  • Flávio pode encontrar um Congresso mais favorável do que Milei encontrou na Argentina. Mas ainda precisa negociar: para mudar a Constituição, Câmara e Senado têm que aprovar o texto duas vezes. O Banco Central autônomo, a Justiça e a Constituição também limitam o que o governo pode fazer.

O Congresso eleito pende para um lado

Cadeiras na Câmara e no Senado a partir de 2027, segundo a de 04/10/2026. Uma precisa de e 49 senadores, em duas votações.

Câmara dos Deputados: 513 cadeiras

Bancadas eleitas. Partidos do sem posição nacional (PSD 43, MDB 36) ficam fora dos dois blocos.

PLmaior bancada desde 1986
121
Campo de Flávio com apoios declarados no 2º turnoPL + União + PP + Republicanos + Podemos + Novo
286
Campo de LulaPT, PSB, PDT, PSOL, Rede, PCdoB, PV
124
Maioria absoluta
257
Para mudar a Constituição3/5
308
Como ler

No grupo de Flávio, o gráfico soma 286 deputados. Faltam 22 para os 308 votos necessários para mudar a Constituição. PSD ou MDB poderiam completar a conta, mas apoio na eleição não garante voto nas propostas. Lula conta com 124 deputados e também precisa negociar.

Exame · CNN · Folhapress · CartaCapital.

Ver todas as bancadas
Câmara dos Deputados eleita em 2026
PartidoCadeiras
PL121
PT70
União46
PSD43
PP41
Republicanos41
MDB36
Podemos27
PSB15
PSOL14
PCdoB11
PSDB11
Novo10
PV7
PDT6
Avante5
PRD5
Solidariedade2
Missão1
Rede1

Senado: 81 cadeiras

Composição a partir de 2027 (54 eleitos + 27 com mandato). Pode variar em uma cadeira com o 2º turno de governador em três estados.

PLmaior bancada
28
Direita (PL, Novo, PP, Republicanos, PSDB)maioria absoluta, segundo a Gazeta
≥45
Campo de LulaPT, PSB, PDT, Rede
15
Maioria absoluta
41
Para mudar a Constituição3/5
49
Como ler

No gráfico, a direita tem pelo menos 45 dos 81 senadores. Uma PEC precisa de 49 votos. Se os 28 senadores do PL votarem juntos contra, barram uma medida que precise de dois terços, ou 54 votos. Flávio teria vantagem, mas ainda precisaria negociar.

Rádio Senado · Gazeta do Povo.

Nossa leitura

O que isso significa

Por que importa

Os dois futuros começam pela mesma pergunta: quem paga a conta. As respostas não são simétricas. No caminho de Milei, a conta foi paga primeiro por quem ganha menos: o mínimo perdeu 39%, a pobreza passou de 52% e aposentados perderam remédio antes de qualquer ganho chegar. No caminho de Lula, a renda foi protegida e a conta foi para a dívida, que subiu 11 pontos do com juros de 15%: todos pagam, devagar, e o pobre paga pela da comida e da luz.

O que está comprovado

Flávio assumiu Milei como referência: convenção com o presidente argentino, apoio declarado dele e a resposta “meu amigo Milei”. Em público, promete não cortar de aposentados; para empresários, segundo a Folha, a campanha apresentou aposentadorias e limitados à inflação e o fim dos . Ele terá a maior bancada das duas Casas e disse que a usará para mudar a Constituição. Lula prometeu manter o do mínimo e o , sem meta para dívida ou superávit, e terá a oposição como maior bancada.

O que ainda está em aberto

Flávio: qual das duas versões vale, a pública ou a apresentada a empresários; a assessoria diz que só o plano de governo conta, e o plano não fala em aposentadorias nem em . Lula: quais gastos obrigatórios seriam revistos e quanto economizam; não há meta para a dívida nem para o resultado das contas. Nenhum dos dois disse como fecha a conta de 2027.

O contraponto de cada campanha

Flávio: “Eu não vou fazer economia em cima de quem precisa”; a assessoria diz que conversas informais “não são posição oficial” (Folha, 08/10/2026 · IstoÉ Dinheiro). Lula: Durigan diz que “não existe cavalo de pau na economia” e que 2027 terá “um fiscal mais organizado” (CNN, 08/10/2026). Nenhuma das duas promessas tem número.

“Nossa leitura” é a interpretação do site a partir dos fatos e das fontes desta página. Conheça os critérios.

Três caminhos possíveis para cada futuro (e quem paga em cada um)

Lula · mais quatro anos

A · Ajuste gradual real. endurecido e gatilhos funcionando: superávit sem abatimentos, juros caindo. Quem paga: quem depende de programas que crescem menos. Vigiar: cheio, , dívida.

B · Renda protegida, dívida subindo. Se a dívida crescer mais depressa que a economia, ela pesa mais nas contas do país. O governo pode precisar cobrar mais impostos ou cortar gastos. É um caminho possível, não uma previsão. Acompanhar: dívida, gastos, arrecadação, juros e preços.

C · Ajuste depois da eleição. Mercado e juros forçam uma revisão de gastos obrigatórios que a campanha não detalhou. Quem paga: quem recebe esses benefícios, mas em um Congresso onde Lula não tem maioria para aprovar nada sozinho. Projeções.

Flávio · o caminho de Milei

A · Ajuste só na máquina. Os R$ 70–85 quantificados (ministérios, cargos, fraudes, patrimônio) saem sem tocar em aposentadorias e pisos. Quem paga: o funcionalismo. É o que ele promete em público; não fecha os R$ 190–250 bi da meta.

B · Quem ganha o mínimo paga primeiro. A “” passa com a maioria do Congresso: aposentadorias e só pela , . É o caminho argentino: com 39% a menos, pobreza de 42% para 53% antes de cair, remédio de aposentado cortado. Quem paga: quem vive de um salário mínimo e do SUS, antes de qualquer ganho chegar.

C · A conta não fecha. Cortes de impostos permanentes e economias pontuais: expectativa frustrada, juros altos e novo ajuste. Quem paga: os mesmos de B, mais tarde e por mais tempo.

Cenários condicionais, sem probabilidade. A diferença entre os lados não é de intensidade: é de quem tem o Congresso para fazer o caminho B acontecer.

Limites da comparação e cuidados com os números

A Argentina partiu de controles de câmbio e de dois dígitos ao mês; o Brasil, de inflação de um dígito ao ano. Os índices argentinos não são aplicados ao Brasil como projeção. Pobreza argentina mede 31 aglomerados urbanos por semestre; a brasileira, o país por ano (2025 ainda não divulgado). O mínimo é o piso legal, não a média dos salários. A cesta de serviços argentina é um domicílio de referência da Grande Buenos Aires; os subitens brasileiros são variação de preços no IPCA. A usa a divulgação de cada época. O programa de Lula foi lido por reportagens; o PDF do não foi conferido linha a linha. As estimativas do Relatório Reservado e as projeções de 2027 (governo, , bancos) não foram auditadas. O BCRA registra 7,7% de crédito inadimplente ao setor privado e 12,9% entre famílias: percentual de crédito, não de população.

Fontes desta página (99)
  1. IPCA fecha 2024 em 4,83% IBGE (release) · 10/01/2025
  2. IPCA fecha 2025 em 4,26% IBGE (release) · 09/01/2026
  3. IPCA: setembro de 2026 (0,82% no mês; 3,95% no ano; 4,58% em 12 meses) IBGE · 09/10/2026 · fonte primária
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  8. Nota técnica 289: salário mínimo de R$ 1.621 em 2026 Dieese · 22/12/2025
  9. Salário mínimo: quem fez o mínimo ganhar da inflação? (cálculo do site) Lula ou Flávio? · página de temas
  10. Informe EDIL: emprego e remunerações (salário mínimo, p. 13) IIEP–EDIL · maio de 2026 · fonte primária
  11. Pobreza e extrema pobreza no menor nível desde 2012 (SIS 2024) Brasil de Fato, a partir do IBGE · 04/12/2024
  12. Síntese de Indicadores Sociais 2025: 8,6 milhões saem da pobreza entre 2023 e 2024 IBGE · 03/12/2025 · fonte primária
  13. Pobreza no 1º semestre de 2024 (31 aglomerados urbanos) INDEC · setembro de 2024
  14. Pobreza no 2º semestre de 2025 INDEC · março de 2026
  15. Pobreza no 1º semestre de 2026 INDEC · 24/09/2026
  16. IPCA por subitem: energia, gás, ônibus, água e esgoto (tabela 7060) IBGE · SIDRA · consulta em 10/10/2026 · fonte primária; acumulado encadeado pelo site
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  27. El Gobierno cerró 2024 con superávit financiero por primera vez en 16 años La Nación · 17/01/2025
  28. PIB cresce 2,3% em 2025 (3,2% em 2023; 3,4% em 2024) Poder360, a partir do IBGE · 03/03/2026
  29. Desemprego de 5,1% no 4º trimestre de 2025, menor da série Money Times, a partir do IBGE · 30/01/2026
  30. PIB da Argentina sobe 1,4% no 4º trimestre, mas cai 1,7% em 2024 Poder360, a partir do Indec · 19/03/2025
  31. La economía argentina creció 4,4% en 2025 (consumo +7,9%; investimento +16,4%) Infobae, a partir do Indec · 20/03/2026
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  33. Salário mínimo de R$ 1.621 em 2026 (Decreto 12.797/2025) Previdência · gov.br · 01/01/2026
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  35. Lula 2026: “colocar o pobre no orçamento e o rico no Imposto de Renda”; isenção compensada por super-ricos, fundos exclusivos e offshores Estado de Minas · 31/08/2026
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  40. “Milei é um ótimo exemplo”, diz assessora econômica de Flávio Bolsonaro Folha · 14/09/2026 · Declarações no evento Esfera; não descrevem execução
  41. La pobreza subió a 52,9% en el gobierno de Javier Milei La Nación · 26/09/2024
  42. De ajustar y perseguir comedores a desperdiciar 5 millones de kilos de alimentos Página/12 · 24/05/2024
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  44. Congresso argentino ignora protestos e ratifica veto de Milei à lei que aumentaria aposentadorias AFP / Folha de Pernambuco · 11/09/2024
  45. Cambios en PAMI: los jubilados que cobren más de $389 mil ya no recibirán medicamentos gratis La Nación · 03/12/2024
  46. Al menos 120 personas fueron detenidas durante los incidentes en el Congreso (marcha de aposentados) La Nación · 13/03/2025
  47. Paro en el Hospital Garrahan: “formo parte de un equipo de trasplante, y no llego al millón de pesos” La Nación · 12/09/2025
  48. Argentina sob Milei fecha 31 mil empresas e 245 mil empregos formais Agência Brasil · 23/09/2026
  49. No hay plata: más de 27 mil jubilados tuvieron que volver a trabajar desde que asumió Milei Página/12 · 12/08/2026
  50. Sabatina de Lula no Jornal Nacional: dívida, déficit herdado e responsabilidade fiscal Gazeta do Povo (checagem) · TV Globo · 28/08/2026 · declarações de 27/08/2026
  51. Lula diz que BC independente não resolveu os problemas econômicos O Povo / Agência Estado · 15/09/2026 · sabatina da Record
  52. Lula celebra avanço do fim da 6x1 e defende investimento público Agência Brasil · 08/10/2026
  53. “Lula 4 terá fiscal mais organizado e juros mais baixos”, diz Durigan Poder360 · 14/09/2026 · evento Esfera
  54. Flávio Bolsonaro diz que vai usar maiorias no Senado e na Câmara para “mudar a Constituição” Brasil de Fato (fala em Goiânia, também registrada por g1 e O Globo) · 06/10/2026
  55. O programa de Flávio na Faria Lima Relatório Reservado · 07/10/2026 · conteúdo para assinantes; estimativas e bastidores atribuídos à publicação
  56. “Quem vai fazer esse detalhamento vai ser o Congresso”, diz Daniella Marques Poder360, a partir da Folha · 27/08/2026
  57. Equipe de Flávio estuda corte de 2% do PIB em despesas, diz Folha; assessoria responde IstoÉ Dinheiro · 08/10/2026
  58. Lei 14.663/2023 (política de valorização do salário mínimo) Planalto · 28/08/2023
  59. Lei Complementar 200/2023 (arcabouço fiscal) Planalto · 30/08/2023
  60. Novo marco de política monetária e cambial BCRA · 12/12/2023 · documento primário
  61. DNU 70/2023 (desregulação) Argentina · Boletín Oficial · 20/12/2023
  62. Emenda Constitucional 132/2023 (reforma tributária) Planalto · 20/12/2023
  63. Relatório de Acompanhamento Fiscal 84: resultado de 2023 e abatimentos · Senado · janeiro de 2024
  64. Decreto 274/2024 (atualização das aposentadorias pelo IPC) Argentina · Boletín Oficial · março de 2024
  65. Lei de Bases 27.742 (reforma do Estado e RIGI) Argentina · Boletín Oficial · 08/07/2024 · aprovada pelo Congresso em 27/06/2024
  66. Haddad anuncia corte de gastos com economia de R$ 70 bilhões Poder360 · 27/11/2024
  67. Lei 15.077/2024 (ganho real do mínimo entre 0,6% e 2,5% ao ano) Planalto · 27/12/2024
  68. Copom eleva a Selic a 15% ao ano IstoÉ Dinheiro · 18/06/2025
  69. Dívida bruta fecha 2025 em 78,7% do PIB IstoÉ Dinheiro, a partir do BCB · 30/01/2026
  70. Milei diz que Lula está por trás de “campanha anti-argentina”; presidente argentino esteve na convenção do PL Poder360 · 27/07/2026 · convenção do PL em 25/07/2026
  71. Lei Complementar 235/2026 (gatilhos para despesas vinculadas) Planalto · 27/08/2026
  72. Projeto fará governo cortar até R$ 16,6 bi da saúde e educação em 2027, calculam economistas Terra / Estadão · 13/08/2026
  73. Copom reduz a Selic para 13,75% ao ano Poder360 · 16/09/2026
  74. Milei declara apoio a Flávio no 1º turno; Flávio responde “meu amigo Milei” A Crítica · 10/10/2026 · apoio publicado em 04/10/2026
  75. Governo prevê dificuldade para aprovar 6x1 após resultado do 1º turno CNN Brasil · 05/10/2026
  76. PL cresce de 98 para 121 deputados e avança sobre o centrão; esquerda terá 24% da Câmara Folhapress / O Tempo · 05/10/2026
  77. 13 partidos terão representação no Senado em 2027; PL terá a maior bancada, com 28 Rádio Senado · 05/10/2026
  78. Arthur Lira declara apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno (federação União Progressista) Gazetaweb · 07/10/2026
  79. Valdemar espera União Brasil, PP e Republicanos com Flávio no 2º turno Poder360 · 04/10/2026
  80. PL amplia bancada e terá 121 deputados; veja a nova composição da Câmara Exame · 05/10/2026
  81. PL terá maior bancada da Câmara; federação do PT mantém segundo lugar CNN Brasil · 05/10/2026
  82. Centrão se divide entre apoio a Flávio e neutralidade no segundo turno CartaCapital · 05/10/2026
  83. Como fica a composição do Senado a partir de 2027 Gazeta do Povo · 05/10/2026
  84. Ministro diz que eventual Lula 4 manterá política econômica SBT News / CNN · 08/10/2026
  85. Projeções de dívida de BTG, XP e IFI para 2027–2032 Gazeta do Povo · 20/08/2026
  86. Informe sobre bancos, julho de 2026 BCRA · 18/09/2026 · fonte primária
  87. Durigan tenta convencer Lula a endurecer o arcabouço no 4º mandato Gazeta do Povo, a partir da Folha · 30/07/2026 · bastidor
  88. Alckmin e Durigan defendem rigor fiscal na conferência do Santander NeoFeed · 17/08/2026
  89. Lula avalia Alckmin na Fazenda para conquistar votos de centro CNN Brasil, a partir da Reuters · 05/10/2026 · duas fontes anônimas
  90. Presidente do PT diz que Lula não pretende anunciar Alckmin na Fazenda Jovem Pan / Estadão Conteúdo · 06/10/2026
  91. Orçamento de 2027: superávit do governo e projeção de déficit da IFI Gazeta do Povo · 22/09/2026
  92. Medidas de setembro mobilizam até R$ 43 bi e pesam sobre 2027 Times Brasil · 28/09/2026
  93. Tarcísio vence Haddad e é reeleito em São Paulo no 1º turno Estado de Minas · 04/10/2026
  94. Campanha de Lula quer usar mais Alckmin no 2º turno; Haddad não quer voltar à Fazenda SBT News · Coluna da Carla · 06/10/2026 · bastidor
  95. Entrevista com Daniella Marques: regra fiscal, mínimo, ativos e endividamento Folha / C-Level · 26/08/2026 · texto consultado; vídeo não transcrito
  96. Reforma do Estado e o papel de Daniella Marques Relatório Reservado · 02/10/2026 · conteúdo para assinantes; arranjos ministeriais reportados
  97. Daniella Marques é cotada para comandar área social em eventual governo Flávio Folha · 06/10/2026 · cargos futuros não confirmados
  98. Quem é Adolfo Sachsida: vídeos de 2017 sobre legislação trabalhista e Previdência (depois apagados) The Intercept Brasil · 22/04/2019 · citações reproduzidas pelo veículo; os vídeos originais foram retirados do ar
  99. Sachsida pede estudos para privatizar a Petrobras (ofício de 12/05/2022) e, em 2026, diz que ela não será tocada Eixos · 08/10/2026
  100. “Preço é decisão da empresa, e não do governo”: Sachsida sobre combustíveis na Câmara g1, via BiodieselBR · 21/06/2022
  101. Petrobras seria privatizada num 2º mandato de Bolsonaro, diz Sachsida ao Estadão Gazeta do Povo / Estadão · 13/07/2023
  102. Comprova: é enganoso vídeo de Sachsida dizendo que Lula não aumentará aposentados do INSS Correio Braziliense / Comprova · 15/09/2026
  103. Campanha de Flávio diz que vinculação entre salário mínimo e Previdência será mantida Reuters, via InfoMoney · 25/09/2026
  104. Coordenador de Flávio nega privatizações e promete “fortalecer os programas sociais” (vídeo) CNN Brasil · 08/10/2026
  105. Constituição Federal (arts. 7º, IV; 30, V; 60; 201) Planalto · texto compilado
  106. Lei Complementar 179/2021 (autonomia do Banco Central) Planalto · 24/02/2021